Reunir a sagrada quadrilha depois das férias não exigiu grande esforço de coordenação. Não é a primeira vez que nos reunimos esse ano. Nem há de ser a última. Em primeiro lugar, porque nos gostamos. Do companheirismo e provas de amizade às histórias meio sem pé nem cabeça, era inevitável que sentíssemos vontade de estar todos juntos de novo.
Meio brincando, meio a sério, os membros efetivos, numa demonstração de amizade entre pessoas que se sentem ligadas a um destino, fizeram a ata da reunião - o balanço desta colorida e movimentada odisséia mafiosa. Sem pompa nem glória.
Resultado: prevê-se daqui em diante, com pluviométrica generosidade, uma safra de substanciais encontros.
A conclusão pode ser contestável. Decidimos, então, lavrar o protesto em instâncias superiores.
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