
Sendo o maior dos templos do Antigo Egito, foi dedicado à tríade tebana divina de Amon, Mut e Khonshu, atingindo seu apogeu na XVIII dinastia, depois da eleição de Tebas como capital. Foi sucessivamente aumentado pelos diversos faraós, tendo levado mais de mil anos em construção. Constitui uma mescla de vários templos fundidos num só. O seu grande destaque é a Grande Sala Hipostila, cujo teto era suportado por 134 enormes colunas, ainda atualmente existentes, e consideradas como sendo as maiores do mundo.
O nome Karnak foi adotado de uma aldeia vizinha, El-Karnak, sendo conhecido na época dos faraós por Ipet-sut(o mais seleto dos lugares). Designa o templo principal do deus Amon-Rá, como também tudo o que permanece do enorme aglomerado de santuários e outros edifícios, fruto de mais de mil anos de construções e acréscimos. Através das avenidas das procissões podia-se ir do Templo de Karnak ao Templo de Mut (esposa de Amon) e ao Templo de Luxor.
O templo permaneceu enterrado durante mais de 1000 anos antes dos trabalhos de escavação começarem em meados do século XVIII d. C. Até hoje, a grandiosa tarefa de restauração continua.

