terça-feira, 12 de junho de 2012
A volta
"Que o seu caminho seja sempre doce. Que você tenha sempre pequenas coisas e grandes pessoas pra te lembrarem quando você esquecer. Que você tenha medos, mas saiba que pode tê-los porque vão passar em abraços apertados, em conversas ao pé do ouvido, em lembranças felizes. Que um dia eu seja isso tudo pra você, e você pra mim. Que você demore o tempo que for necessário pra que isso seja possível. E nem um minuto a mais.
Que não fique, nunca, um gosto amargo na sua boca. Que você vá doce, e que você vá leve. Pra voltar assim pra mim, me abraçar forte e me dizer que está tudo bem pra gente começar de novo.
Que a gente possa sempre começar de novo."
sábado, 26 de maio de 2012
Sem esforço para lembrar
"A estrada vai além do que se vê", frase certeira para quem faz seu caminho e encontra surpresas no trajeto. Há muito tempo não ouço Los Hermanos. Desde que comprei o novo computador, ainda não baixei nenhuma de suas músicas. Comecei a ouvi-los em 2002 e voltei com mais intensidade em 2006/2007. Depois, parei. Ou precisei parar. "Quem sabe o que é ter e perder alguém ?"
Ontem, estive na Fundição Progresso, para vê-los, num show que comemorava os 15 anos de estrada. De uma estrada que foi além do que se via. Cris já havia comprado ingresso no começo do ano. Babi queira muito ir ao show. Fomos. Ouvimos o vento passar e assistimos a onda bater. Fiquei surpreso como consegui cantar quase todas as músicas só recrutando minha memória afetiva. Parecia que eu havia passado o som na noite anterior. Lembrei de quem me viu lendo o jornal na fila do pão e soube que eu encontrei alguém. Não foi preciso esforço para lembrar, afinal não há vontade alguma de esquecer. Lembrei também das vezes onde não disse o que pensava e era quando eu mais pensava em dizer. Lembrei do quanto sou sentimental e principalmente dos sufocos e dos sossegos quando eu mostrava o quanto estava afim de acompanhar.
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir... e rir.
Ontem, estive na Fundição Progresso, para vê-los, num show que comemorava os 15 anos de estrada. De uma estrada que foi além do que se via. Cris já havia comprado ingresso no começo do ano. Babi queira muito ir ao show. Fomos. Ouvimos o vento passar e assistimos a onda bater. Fiquei surpreso como consegui cantar quase todas as músicas só recrutando minha memória afetiva. Parecia que eu havia passado o som na noite anterior. Lembrei de quem me viu lendo o jornal na fila do pão e soube que eu encontrei alguém. Não foi preciso esforço para lembrar, afinal não há vontade alguma de esquecer. Lembrei também das vezes onde não disse o que pensava e era quando eu mais pensava em dizer. Lembrei do quanto sou sentimental e principalmente dos sufocos e dos sossegos quando eu mostrava o quanto estava afim de acompanhar.
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir... e rir.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Hora do lobo
A madrugada é a hora do lobo. Quando as criaturas se encontram sem defesas diante do mundo. Ocasião em que os doentes graves encerram sua agonia. O sono é mais pesado. Os pesadelos são mais reais. Os momentos que antecedem o amanhecer.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
Separando as águas
A foto teima em se repetir. Um lugar longe de ser o mesmo. O sutil deve ser óbvio, além de grandioso. Bela captou essa imagem nos Lençóis Maranhenses. Gosto do conceito - olhando o que está por vir. Alternando presente e futuro. Comprovando que minha sensibilidade talvez não seja tão sensível.
Lá estava eu. Mais uma vez. Recebendo os dias que chegam. Dotado de bons reflexos e más reflexões. Ou seria o contrário ?
Nas entrelinhas, eu estava simplesmente separando as águas.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Sentimental
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Abraços

Todos os meus amigos sabem que gosto de abraços. É o meu cumprimento preferido. Sempre foi. Principalmente quando realmente gosto de alguém. Acho os tradicionais dois beijinhos muito formais. Prefiro deixá-los para uma situação de apresentação ou cerimônia. Me despeço também da mesma forma. Mais abraços.
A última vez que vi Carol, antes de sua mudança para Londres, foi no aniversário de Babi. Sentei ao seu lado e conversamos bastante. Ela me contou de um sonho que teve comigo, há muito tempo atrás, e que só naquela noite lembrou de me contar. Me contou também que ficou tão impactada com esse sonho que resolveu escrevê-lo para não esquecer e que me enviaria depois. Ainda não chegou. Carol aterrisou em Londres há quase um mês.
No final da noite, nos despedimos. Desejei-lhe boa sorte e a abracei. Carol se emocionou. Muito. Ficamos enlaçados alguns segundos. Porém, numa apressada atitude, impus vida curta ao nosso abraço. "Ainda não", ela disse. Continuamos abraçados, entre o meu riso franco e suas próprias lágrimas, até ela tomar a iniciativa.
Fui pra casa pensando nos abraços e, num flashback individual, questionei o tempo de ficar abraçado com uma pessoa. Entendi que Carol ali estava se despedindo não só de mim, mas de todos os seus amigos, para começar uma vida nova em outro país.
Foi um abraço de coragem, saudade e nostalgia.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
They are going to London !

O que Carol faz após se tornar a primeira dama da nossa sagrada quadrilha no Brasil ? A resposta é clara: ela se torna a primeira dama em Londres. Já sabe que sua casa será uma embaixada brasileira na Inglaterra.
Mesmo sem coroa ou faixa, manto ou cetro. Nunca precisou mesmo disso. Sempre teve atitudes decididas, o que nem sempre agradou a todos. É capaz de ser doce e entusiasmada ou botar a boca no mundo, para quem quiser ouvir. Os londrinos que se cuidem.
Rogério é mais tranqüilo. Acredita no tempo e o tempo de conquistas parece ser agora.
O fato é: Carol e Rogério estão indo para Londres. Fizeram o anúncio oficial ano passado, no dia do meu aniversário e do próprio Rogério, que há anos comemora comigo na tradicional CaduFest. A notícia causou surpresa em nossos convidados. Mas eles cumpriram a promessa, se organizaram para a viagem e embarcam mês que vem.
Conheci o casal através de Tai. Sim, sempre a Tai, a melhor fornecedora de amigos da América do Sul. Desde então, a amizade foi fortalecendo, as afinidades foram aparecendo e construímos esse vínculo transparente de família. Sim, eles são família, não só minha, como também dos meus melhores amigos.
Carol e Rogério estão indo para Londres. Deixando saudades em nossos corações e fazendo com que a distância Brasil-Reino Unido fique cada vez menor.
Boa Sorte amigos ! Amamos muito vocês !
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