Chegamos ao último post de 2010, um ano que pode ser classificado como um tempo de continuidades. Não trouxe tantos abalos, como ano passado, quando Fábio subia aos céus.
“Mesmo que nunca se aprenda” me ajudou a descobrir o monólogo interior. Foi um avanço meio vanguardista. Estou gostando muito da maneira que estou escrevendo. Num ímpeto. Sem analisar muito. Estou mais solto, separando meus pensamentos com pontos e vírgulas. Sinto-me assim como um escritor memorialista, fazendo registros sobre mim e minha "galeria de eleitos". Aproximando-me da tarefa de fazer história. A minha própria história.
Nesse balanço final, 2010 jamais poderá ser visto como um ano que some do calendário em brancas nuvens. Pelo contrário. Talvez devesse ser compreendido como o ano mais determinante da minha caminhada de retorno iniciada em janeiro de 2008, em minha viagem ao Egito.
Um ano cercado de grandes amigos, sempre acrescentando impulsos a essa caminhada. Talvez me preparando para outras experimentações, contenções e reviravoltas.
Feliz ano novo !
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