Isabela e Luisa nunca tinham ido a Paraty. Nem a Trindade. Achei que seria uma boa idéia levá-las. Assim completaríamos a trilogia de 2009.
Os sinais apontavam para não irmos. Desde quarta chovia sem cessar no Rio de Janeiro. Esse era um fato, porém, do qual eu não queria realmente me dar conta. Assim, decidi tapar as orelhas e anestesiar uma parte do meu cérebro. Meu pai chegou a me questionar se eu viajaria mesmo, o que não era uma pergunta totalmente fora de propósito.
Sexta, confesso, cheguei a desanimar. Mas fomos assim mesmo, a legítima trinca e a múltipla variedade de características pessoais que começam a influir sobre cada um de nós mesmos.
Tomados de entusiasmo, torcíamos para não sermos pegos de surpresa por uma tempestade ou um tufão. Nossa road trip com chuva.
Nosso primeiro dia foi em Paraty. Fim da tarde: Trindade. Eis que no dia seguinte o inesperado acontece: o sol surge. O mesmo sol que havia nos guiado em Minas, acabou nos levando a trilhas, cachoeiras e praias de Trindade.
Nossa crença está aí. Mergulhamos na água doce e na água salgada. Presumo que estamos felizes.
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