
Examino meu rosto no espelho. Sombrancelhas grossas e escuras. Olhos castanhos. Nariz. Boca. Muito bem, não falta nada.
Cabelo limpo e, por fim, decentemente cortado.
Faço um sorriso bobo, forçado. Mais um ponto a meu favor: dentes bons e certos.
A pele, boa. Atravessei toda a adolescência sem uma espinha, o que intrigava meu pai e aborrecia meu irmão, já que ele comia a mesma quantidade de chocolates que eu.
Deito-me na cama. As mãos acima da cabeça, olhando pro teto. Posso pensar bem de mim mesmo.
Aaaaaah... Faz sentido! - o que você escreveu no post anterior.
ResponderExcluirAinda não tenho distanciamento dessa fase (nem sei se um dia vou ter), acho que pra mim seria ainda doloroso demais fazer esse tipo de resgate, mas estou adorando acompanhar o seu!!
Beijos,
Babi
Finalmente!! Descobri com quem você se parece, assim novinho. Vc me lembra muito um menino que adorava. Já fui até apaixonadinha por ele ;) Nossa, isso faz tempo. Não tanto qnt o da sua foto ihihi
ResponderExcluirQ bizarro.
Bjos
Talvez ainda não tenha tido tempo suficiente pra esse distanciamento, são ciclos e ciclos que se abrem e se fecham, pra que esse distanciamento se faça... Obrigado pela força Babi, mesmo mesmo !!! sempre sempre !!!
ResponderExcluirPois é, Bela, Freud diria que esse é o mecanismo de projeção, vc apenas transferiu a paixão que vc tinha por ele por mim huahuahuahua ;)
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